Igrejas Reformadas do Brasil

Marcos 2.13-17

Sermão preparado pelo pastor Elissandro Rabelo

Leitura: Provérbios 3.1-18

Texto: Marcos 2.13-17

Amados irmãos no Senhor Jesus Cristo

A profissão de fé é um ato importante na vida de todo cristão que se une à igreja de Cristo. Ao professar a fé nós declaramos publicamente o nosso sincero desejo de seguir ao Senhor e servi-lo como um membro vivo da sua igreja. Confessamos que Jesus é o Nosso Senhor e Salvador e que o nosso alvo é tomar o seu jugo e aprender mais dele.

No entanto, sabemos que para andar nos caminhos do Senhor, temos antes de conhecer ao Senhor e à sua vontade revelada a nós na Sua Palavra. Não podemos ser um praticante da Palavra de Deus sem antes conhecê-la. E para conhecê-la temos de ler, ouvir e estudar a Bíblia diligentemente. É por essa razão que a nossa igreja, antes de receber pessoas na comunhão da igreja pela profissão de fé, valoriza o ensino e a pregação da Palavra de Deus no propósito de instruir os seus membros no caminho da verdade e da salvação. É preciso saber o que significa ser um discípulo de Jesus para, então, viver como um verdadeiro discípulo crescendo na graça e no conhecimento de Cristo e seguindo-o com fidelidade e perseverança.

O Senhor Jesus chamou discípulos para segui-lo e os preparou durante três anos antes de emprega-los no serviço de pregar o evangelho a toda criatura e fazer discípulos de todas as nações. Lendo os evangelhos percebemos que Jesus deu grande ênfase no ensino e na pregação da Palavra de Deus (Mc.1.15,21,38; 2.13). Como nosso Supremo Profeta e Mestre, Cristo nos revelou plenamente o plano de Deus para nossa salvação. Uma das primeiras coisas que ele fez foi ensinar a Palavra de Deus e procurar discípulos para o seguirem e receberem a sua instrução. É exatamente isso que presenciamos no texto da pregação de hoje.

Nosso texto de Marcos 2.13-17 narra dois episódios que ocorreram no início do ministério de Jesus: 1) O chamado de Levi para o discipulado (vss.13,14); 2) Jesus comendo e bebendo na presença de pecadores (vss.15-17). Note que estes dois acontecimentos estão intimamente ligados não simplesmente porque Levi se encontra em ambos, mas, sobretudo, porque encontramos Cristo agindo como Mestre ensinando e pregando a palavra de Deus e procurando, dentre os pecadores, discípulos para segui-lo com fé para a vida eterna. Podemos resumir a mensagem do nosso texto no seguinte tema:

O MESTRE JESUS CHAMA PECADORES PARA SEGUI-LO POR MEIO DO SEU ENSINO E PREGAÇÃO

Os primeiros capítulos do evangelho de Marcos enfatizam a atividade de Jesus como Mestre e Pregador. Logo no verso 13 do capítulo 2 de Marcos lemos que Jesus ensinava a todos que vinham ao seu encontro. Antes disso, ele já tinha visitado as sinagogas para ensinar. Acontece, porém, que nas sinagogas o ensino de Jesus era restrito a poucas pessoas, pois o acesso era exclusivo para alguns poucos judeus (Mc.1.39). Mas o que vemos agora? Jesus ensinando uma grande multidão! O texto diz que Jesus saiu para junto do mar. Ele tinha acabado de sair de uma casa cheia de gente (Mc.2.2) para tomar um pouco de ar na brisa suave do mar. Mas logo o povo descobriu onde ele estava e foi ao seu encontro.

É bem verdade que em pouco tempo a fama de Jesus se divulgou rapidamente por toda a Galiléia (Mc.1.28), pois ali ele já tinha realizado vários milagres e ensinado a Palavra de Deus com autoridade (Mc.1.21-34). Portanto, de muitos lugares vinham muitas pessoas ao seu encontro (Mc.1.45). Jesus não queria que sua fama se divulgasse rapidamente (Mc.1.44), mas não teve jeito. As pessoas o procuravam. E qual foi a reação de Jesus? Será que ele se escondeu das pessoas? Será que ele não se importava com aquela multidão?

Nada disso! Muito pelo contrário! O bom Mestre Jesus, com paciência e autoridade, dava atenção a todos, curando enfermos, expulsando demônios e sobretudo, ensinando. Marcos não define aqui o conteúdo do ensino de Jesus, mas enfatiza apenas a sua atividade contínua de ensinar e pregar. Mas podemos concluir que o ensino e a pregação de Jesus era mostrar pelas Escrituras que ele era o Messias Prometido, que o reino de Deus chegou na Sua Pessoa e obra e que todos deviam se arrepender dos seus pecados e crer nele para a salvação.

Meus irmãos, aprendemos aqui com Jesus que o ensino da Palavra de Deus é para todos e não para um grupo exclusivo, como pensavam os fariseus. Eles excluíam pessoas de participarem das reuniões nas sinagogas, especialmente os publicanos e os “pecadores”. Jesus ensinou nas sinagogas, mas também ensinou nas praças, nas ruas, nas praias, nos montes para dar uma oportunidade às pessoas que não tinham acesso às sinagogas. Jesus ensinou a todos. Ele aproveitou cada oportunidade para pregar a palavra de Deus. Uma multidão ou mesmo uma pessoa apenas (Mc.7.24) em necessidade, sempre provocava a simpatia de Cristo. Mais adiante Cristo vai enviar os seus apóstolos para pregar a todas as nações (Mt.28.18-20; Mc.16.15).

Ele continua fazendo o mesmo hoje por meio da sua igreja. O nosso chamado como igreja de Cristo é ter a mesma paixão de ensinar e pregar a Palavra de Deus a todos a quem Cristo colocar ao nosso alcance. A tarefa principal do verdadeiro ministro de Cristo e a marca essencial de uma fiel igreja de Cristo é proclamar o evangelho a todas as pessoas. O Senhor nos chama não a realizar cultos de libertação e prosperidade financeira, mas a fazer discípulos de todas as nações, ensinando-os a guardar tudo o que Jesus nos tem ordenado.

A verdade é que a semente da Palavra está sendo lançada, mas ela não cresce em todo canto. O Evangelho está sendo pregado, mas não é crido e recebido por todos. Jesus ensinou e pregou a milhares de pessoas, mas nem todos creram nele e o seguiram fielmente. Satanás arrebatou a palavra de muitos corações e muitos dos que ouviram Jesus se mantiveram incrédulos. Na verdade, daquela multidão, a grande maioria das pessoas estava interessada em curas e milagres e não em se arrepender dos seus pecados, negar a si mesmo, tomar a sua cruz e seguir a Cristo.

Por outro lado, a palavra frutificou nos corações de algumas pessoas que passaram a seguir Jesus. Levi foi uma destas pessoas. Jesus o escolheu e o chamou para ser seu discípulo (v.14). Este Levi era um publicano, um cobrador de impostos a serviço do império romano. Ele trabalhava na coletoria de Cafarnanum. Ali eram cobradas as taxas de todo o produto que passasse pela estrada internacional que ligava a Síria ao Egito.

Pagar imposto em si ao império romano não era o problema. O problema é que os publicanos eram servidores extorquistas e corruptos que cobravam mais do que o estipulado (Lucas 3.12,13). Os publicanos que eram judeus, como era o caso de Levi, eram considerados pelos outros judeus como traidores, como homens infiéis para com o seu próprio povo e a sua religião. Os fariseus o odiavam profundamente a ponto de os chamarem de porcos, ou seja, de homens sujos e contaminados com quem não se deveria ter nenhum tipo de contato ou comunhão. Os fariseus não só excluíam os publicanos das sinagogas, mas também não entravam na casa deles para não serem contaminados.

Jesus, por sua vez, não pensava como os fariseus. Ao ver Levi no seu local de trabalho e passar perto dele, Jesus mostra interesse por ele e o chama para segui-lo (v.14). E qual foi a reação de Levi? Diz a Bíblia que ele se levantou e o seguiu (v.14). Ele respondeu automaticamente o chamado de Jesus. No relato de Lucas está escrito que Levi “se levantou e, deixando tudo, o seguiu” (Lc.5.28). Como explicar isso? Por que Levi abandona o seu local de trabalho e segue a Jesus?

Meus irmãos! A explicação não está naquele que é chamado, mas naquele que chama! O que levou Levi a deixar tudo e seguir a Cristo não foi o seu livre arbítrio, mas a graça de Jesus em escolhê-lo dentre tantas pessoas e o poder de Jesus em quebrantar o seu coração. Jesus o vocaciona com poder e autoridade. Jesus já havia demonstrado a sua autoridade antes (Mc.1.22,27). Ele ensinava com autoridade (Mc.1.22). Ele tinha autoridade sobre os demônios (Mc.1.27). E agora com a mesma autoridade ele chama pecadores para segui-lo.

Aprendemos aqui que o chamado de Cristo é irresistível. Sua vocação é eficaz. Segundo sua vontade soberana, ele chama pecadores para a salvação e estes respondem com fé e arrependimento. Cristo tem o poder de transformar pecadores em verdadeiros discípulos dele pelo poder da sua Palavra. Sem a chamada eficaz de Cristo ninguém poderá ser salvo. O homem está morto em seus delitos e pecados e somente pelo poder do Espírito e da palavra de Cristo, ele pode deixar o seu pecado para trás e seguir a Cristo para uma nova vida!

A voz do Senhor é poderosa e cheia de majestade (Sl.29.4)! Esta voz continua a ser ouvida pela fiel pregação do Evangelho que é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê! A palavra de Deus não voltará vazia, mas cumprirá o seu propósito de chamar eficazmente as ovelhas de Cristo para segui-lo! Se você está unido a Cristo e á sua igreja, se você já professou a sua fé em Cristo e vive para Cristo como um fiel discípulo, saiba que foi pela graça e pelo poder do Espírito de Cristo que você foi salvo, pois ninguém pode dizer: “Senhor Jesus” senão pelo Espírito Santo (I Co.12.2).

As ovelhas de Cristo ouvirão a sua voz e o seguirão (Jo.10.3,4). Assim como Levi, nós fomos chamados para seguir a Jesus! Mas o que significa, de fato, seguir a Cristo? Devemos entender que o chamado para seguir a Jesus envolve não só um chamado para a salvação que ele tem a oferecer, mas também a um dever de ser um verdadeiro discípulo. Levi foi chamado para a vida eterna, mas também para o serviço no reino de Deus. É importante destacar que ser salvo não envolve somente ir para o céu, mas também parecer com Cristo e ser um crente zeloso de boas obras (Rm.8.29; Tt.2.14). Saiba que este Levi é o mesmo Mateus que se tornou um apóstolo de Cristo e escreveu o evangelho que leva o seu nome. Ele negou a si mesmo, tomou a sua cruz e seguiu a Jesus no sentido de aprender dele e levar sua Palavra a outros, o que ele fez fielmente como um apóstolo de Cristo!

Se você está na igreja como membro dela, então, você foi chamado para o serviço de seguir a Cristo. Agora é importante dizer que seguir a Jesus não é simplesmente andar atrás dele ou ser um mero frequentador da igreja. Seguir a Jesus não significa estar na igreja em busca dos seus interesses e benefícios materiais como aconteceu com boa parte da grande multidão que andava atrás de Jesus. Muitas pessoas andaram atrás de Jesus, mas nem todas se tornaram seus verdadeiros discípulos. Durante o seu ministério terreno, Jesus foi admirado por muitos, mas crido e recebido por poucos.

Ainda hoje é assim. Muitos admiram Jesus como um grande profeta, como um homem piedoso que ajudou muitas pessoas, mas não querem reconhecê-lo como seu Senhor e Salvador, pois isto implica em obediência, negação de si mesmo e uma devoção total e exclusiva pelo Senhor. O problema é que muitas pessoas estão à procura da religião que agrada a elas, que se adequa aos seus interesses próprios e as deixa livres para fazerem o que bem querem. Mas a religião de Jesus é diferente: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mt.16.24). Quem segue a Jesus verdadeiramente não se esquece dos seus ensinos, mas guarda os seus mandamentos no coração; quem segue a Jesus confia nele de todo o coração e o reconhece em todos os seus caminhos (Pv.3.1,5,6).

Levi deixou o seu negócio lucrativo por amor a Jesus e confiante de que o Senhor haveria de prover para todas as suas necessidades. Ao seguir a Jesus, Levi foi contagiado pela alegria da salvação que o levou a honrar Jesus e render-lhe graças com um banquete, além de convidar outros pecadores para encontrar salvação em Cristo. Levi convidou Jesus para sua casa. Ele quer compartilhar da sua vida com o Senhor. Ele deseja aprender mais do Mestre e reconhece-lo em todos os seus caminhos. Aquele que oprimia as pessoas extorquindo-lhes dinheiro, agora deseja que o Senhor endireite as suas veredas (Pv.3.7) e honra ao Senhor com os seus bens (Pv.3.9). Levi agora é um homem verdadeiramente feliz, pois achou a sabedoria e o conhecimento em Cristo e isso valia muito mais do que todos os seus bens (Pv.3.13-18).

Nosso texto nos diz que Jesus estava à mesa com Levi, seus discípulos e muitos publicanos e pecadores (v.15). Jesus aproveitou esta oportunidade para continuar ensinando e chamando pecadores ao arrependimento. Segundo a cultura judaica, o comer e o ensinar era duas atividades muitas vezes combinadas. E Jesus se utilizou disso. Quando ele teve os seus pés ungidos por uma mulher pecadora num jantar em que fora convidado por um fariseu, Jesus aproveitou a ocasião para ensinar (Lucas 7.36-50). Ao multiplicar os pães e os peixes, Jesus ensinava a multidão (marcos 6.30-44). Quando celebrou a última páscoa com os seus discípulos e pareceu aos discípulos ressuscitado, Jesus comeu com eles e os ensinou. Ele faz o mesmo aqui na casa de Levi.

A mesa, portanto, é um lugar de comunhão e ensino onde compartilhamos o pão e aproveitamos para aprender uns com os outros. É maravilhoso confraternizar entre irmãos e amigos ao redor da mesa e ouvir palavras de edificação. Mas quando olhamos o nosso texto vemos algo muito estranho: Jesus está comendo e bebendo com publicanos e pecadores. O termo “pecadores” aqui, segundo o entendimento dos fariseus eram todas as pessoas que se recusavam a submeter-se à interpretação farisaica da lei de Deus. Mais do que isso eram pessoas que viviam violando a lei de Deus em todos os sentidos, como por exemplo, não guardando o sábado e roubando as pessoas. Para os fariseus juntar-se ou jantar com estas pessoas era uma grande abominação. Quem o fizesse corria o risco de receber comida impura ou comida que não foi recebida ilegalmente. Era preciso manter distância dos publicanos e pecadores para se manter puro.

Mas por que Jesus está comendo e bebendo entre os pecadores? Ele não estaria se contaminando? Não há um ditado que diz que “quem anda com porcos farelo come”? Ou: “Dize-me com quem andas e eu te direi quem és”? Por que Jesus está ali? Esta é a interrogação dos fariseus (v.16). Eles estranharam a atitude de Jesus. Mas notem que são os escribas dos fariseus que se dirigem não diretamente a Jesus, mas aos seus discípulos (v.16). Eles começaram a se incomodar com os ditos e feitos de Jesus. O ódio deles por Jesus começa a crescer. Em Marcos 2.6 lemos que eles criticavam Jesus em seu coração; agora eles não se calam, mas falam com os discípulos de Jesus; pouco depois, eles se dirigem ao próprio Jesus (Mc.2.24). Observem, primeiro os escribas, depois os escribas dos fariseus e finalmente os fariseus.

Por inveja e insatisfação, os líderes religiosos de Israel iniciam um plano para assassinar Jesus (Mc.3.6). Não sabiam eles que estavam contribuindo para o plano de Deus de redimir pecadores mediante a morte de Jesus. Mas Jesus tinha consciência do plano de Deus. Ele sabia qual era a sua missão. Por isso, ele não se intimidou diante dos seus opositores, mas revelou através do seu ensino quem ele era e o que ele veio fazer (Mc.10.35).

É por isso também que Jesus está no meio dos pecadores. Ele responde à crítica dos fariseus dizendo: “Os são não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores” (Mc.2.17)! A resposta de Jesus é clara simples e direta! Ele se identifica como um médico que precisa manter contato com os doentes não para se contaminar, mas para curá-los. Assim como o médico cuida dos doentes e não de pessoas com boa saúde, Jesus procura os pecadores para curá-los de sua doença espiritual que é o pecado. É por isso que ele está na casa de Levi comendo e bebendo com pecadores. Ele não está ali porque tolerava os pecados daquelas pessoas, mas porque veio libertá-las dos seus pecados.

Ao se identificar como médico, Jesus não só enxerga todos os homens como enfermos de uma doença mortal chamada pecado, mas também a si mesmo como sendo o único que tem o remédio eficaz para curá-los (seu poder salvador e seu sangue remidor). Quem quer ser curado se dirige a Cristo que tem poder para salvar (Pv.3.5,7).

Jesus conhece a necessidade dos homens. Ele sabe que somos fracos, debilitados e pecadores. Portanto, ele veio para nós que somos pecadores. Ele não veio chamar justos, porque não há um justo sequer. Todos pecaram e carecem da glória de Deus. Não só Levi e os pecadores que estavam na sua casa, mas os próprios escribas e fariseus que confiavam em sua própria justiça, precisavam de Cristo para serem salvos. O problema é que a justiça pessoal deles os impediu de enxergar sua miséria e necessidade de Cristo.

E quanto a você? Como se enxerga diante de Deus? Como alguém que é justo e não precisa de Cristo para ser salvo? Ou como um pecador carente da justiça de Cristo para ser liberto do seu pecado e aceito por Deus? Quando você está doente, certamente você procura um médico para lhe ajudar. E se este médico lhe recomenda tomar determinado remédio, você o fará, pois você quer ficar bem de saúde! Não cuidaria você mais ainda de sua alma? Não se preocuparia você com a sua cura espiritual? Você e eu também precisamos de Cristo para a salvação. Cristo te chama hoje ao arrependimento e à salvação! Reconheça o seu pecado, confesse- o a Deus, creia em Jesus e o siga para a vida eterna! Ele veio para você que é pecador!

Levi é uma prova viva da ação graciosa e poderosa do Senhor! Cristo o sarou da sua avareza e corrupção e fez dele um servo fiel na divulgação do Evangelho! Contagiado pela graça de Deus ele compartilhou o evangelho com seus colegas e amigos, convidando-os a ouvir a Cristo em sua casa! Ele também escreveu o Evangelho de Mateus que narra as palavras e obras de Jesus para o mundo inteiro. Levi, o publicano, tornou-se Mateus, o apóstolo! Ele teve sua vida radicalmente transformada pelo poder de Cristo. Ele foi chamado por Cristo para a salvação e para o serviço!

É assim também comigo e com você! Cristo também nos chamou para a salvação e o discipulado. Jesus nos escolheu e nos chamou para segui-lo, não por nossos méritos, mas por sua determinação e graça! Sem a sua chamada eficaz não poderíamos ser salvos e ter a nossa vida transformada! Somos o que somos pela graça de Deus somente! Reconheçamos que somos justificados pelo preciosos sangue de Cristo somente e vivamos uma vida de gratidão a ele!

Sigamos a Cristo com alegria e tenhamos o sincero desejo de sentar-se aos seus pés e aprender mais dele! Sejamos um membro vivo de sua igreja e nos comprometamos em trabalhar para a expansão do seu reino! Também levemos outras pessoas para encontrar cura, vida e salvação em Cristo! Pois ele é o único que pode salvar! Ele é o Médico que veio não para os sãos e sim para os doentes! Ele veio salvar você que é pecador! Creia nele! Atenda o seu chamado e o siga para a vida eterna! Amém!

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